A arma secreta do tanque T-14, criado na base do Armata, é o sistema de protelação activa Afganit, escreveu a revista National Interest.

De acordo com a edição, a protecção activa do novíssimo tanque russo foi completada com “inovações e sistemas nunca vistos”. Os desenvolvedores do Afganit pretendiam combinar em um só sistema as vantagens de dois: do sistema de protecção antitanque Drozd e do sistema de supressão activa óptica e electrónica Shtora.

De acordo com a edição, o Afganit compreende a instalação de dois radares de varredura electrónica activa dos dois lados do canhão, cada um dos quais teria um ângulo de varredura um pouco maior que 90°. Estes radares funcionarão tanto em regime activo, como em regime passivo. No regime passivo seriam capazes de detectar estações de radar de detecção de alvos terrestres e até, talvez, interceptar sinais enviados a mísseis guiados antitanque.

Além disso, o novo sistema incluirá um conjunto de sensores ópticos para monitorar lançamentos de mísseis antitanque. Para os mesmos fins, o sistema será equipado com receptores a laser, utilizados desde os anos 80.

De acordo com a revista, o sistema Afganit inclui a instalação na parte traseira da torre do tanque de lançadores que disparam substâncias especiais para criação de cortinas de fumaça e dispersão de materiais que produzem a reflexão de ondas de rádio ou radiação térmica.

Além disso, o novo sistema incluirá uma plataforma que dispara projetis de choque com uma velocidade de cerca de 1,7 quilómetros por segundo para interceptar projetis antitanque, caso os meios de protecção “suaves” não sejam eficazes.

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