O Presidente João Lourenço, esta quarta-feira (18), em Cabo Verde «atenção e alguma urgência» para a concretização da mobilidade dos cidadãos lusófonos, enquanto o chefe de Estado moçambicano reclamou a total circulação de pessoas, bens e capitais.

«Tenho consciência da complexidade de alguns temas, um em particular, a mobilidade dos cidadãos», afirmou João Lourenço, no encerramento da XII conferência de chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em Santa Maria, ilha do Sal.

O Presidente angolano defendeu que os países lusófonos devem debruçar-se «com atenção e até com alguma urgência para que a CPLP seja uma organização em que não só a língua e a cultura sejam factores de aproximação, como, fundamentalmente, a circulação dos cidadãos entre os Estados-membros».

«Os nossos cidadãos devem perceber que vale a pena fazer parte da comunidade, não só pelos actos de cooperação que vamos realizando aqui e ali, mas principalmente pelas vantagens directas e até pessoais que poderão obter do facto de estarem inseridos nesta comunidade», salientou.

Também o chefe de Estado moçambicano abordou o tema da mobilidade na sua intervenção: «Um dos assuntos que muito nos tem interessado na relação comunitária é a ligação entre os povos que se consubstancia na capacidade de assegurar facilidades nas nossas relações para que se assegure o bem-estar».

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