Foi assim que Joaquim Jorge descreveu Portugal: Um país de corruptos, vigaristas, hipócritas, velhacos e ladrões, referindo-se à polémica em torno da recusa de António Domingues em entregar ao Tribunal Constitucional a sua declaração de património e rendimentos antes de assumir funções na Caixa Geral de Depósitos.

“Nada tenho contra uma pessoa que tenha bens e seja rica, desde, que se saiba de onde vem o dinheiro e que paga os seus impostos”, escreveu num artigo de opinião enviado ao Notícias ao Minuto. “Tenho vergonha de viver neste país faz-de-conta, em que se faz-tudo e mais alguma coisa. Os portugueses são roubados todos os dias e respondem com encolher dos ombros”.

“País de corruptos, safados, vigaristas, hipócritas, tratantes, trapaceiros, velhacos e ladrões. Detesto viver neste país que não se faz justiça perante esta gentalha”, afirma. “Se há um acordo entre António Domingues e o Governo de António Costa para isentarem dessa obrigação na Administração da CGD, a culpa é de quem convidou (Governo) e não de quem foi convidado (presidente CGD)”.

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