Mário Palhares, principal accionista do Banco BNI, está em vias de regressar ao cargo de presidente da comissão executiva (PCE) do banco, que havia deixado para assumir o de presidente do conselho de administração (PCA), segundo uma fonte segura.

José Garcia Bayol, actual vice-PCA, deverá assumir o cargo de PCA.
Newsletter África Intelligence revelou recentemente que Sandro Africano, até agora PCE, irá passar a vice-PCE. Face às dificuldades do BNI, económicas e financeiras do país em geral, o banco tem previsto o despedimento de cerca de 350 trabalhadores.

Segundo ainda a fonte, o processo de despedimentos está a cargo da directora de recursos humanos, Élvia Fonseca. Associada a outras duas Directoras de operações Giovana Domingos e Carla Fernandes e da Área financeira que estão a fazer a vida negra aos colaboradores, vinganças pessoais obrigando-os a trabalharem fora dos horários ameaçando e usando sempre o nome de Mário Palhares para despedir os mesmos.

A escolha de trabalhadores a despedir tem sido feita sem critérios objectivos, como avaliação de desempenho, e sobretudo segundo escolhas pessoais da directora e outras responsáveis, causando protestos internos com salários miseráveis ganhamos ate hoje ao cambio de 10 enquanto Administração e Directores ganha ao cambio do BNA, e em detrimento disso estão por familiares nas direcções para controlarem outros técnicos virando “bufos” autênticos sem Mário Palhares e Administração saber, ambiente de medo e de ameaças e o que hoje vive se no BNI na sede 1 e sede 2 um inferno ate quando vão desgraçar famílias sem terem feitos avaliações inventarem processos disciplinares só para despedirem pessoal, pessoas com 10 ou 11 anos de casa irem para rua por vinganças pessoais do trio de Directoras que hoje comandam o Banco ganhando salários “chorudos” de milhões e vivem de ameaças e coação nos seus técnicos em época de covid-19 saem 21 hora e ganham 200,000.00 mil akz com IRT como será vida dessas pessoas e todos os anos tem bônus carros novos e de luxo ganhando prémios mais salário dos técnicos, quem neste país ganha mais ao câmbio de 10 só no BNI estamos a sofrer, a PGR que investigue BNI vão descobrir de certeza muitas mais coisas.

O BNI acordou, em 2019, uma fusão com o Finibanco Angola (grupo Montepio). O acordo prevê a compra por Mário Palhares de 30% do Finibanco Angola, de que o Montepio é accionista minoritário, ainda não concretizada por falta de pagamentos.

Tal como outros bancos portugueses, o Montepio encontra-se sob pressão do Banco Central Europeu para reduzir a exposição a mercados de elevado risco, como é o caso de Angola e de Moçambique.

Constituído por escritura pública em 2006, o BNI tem como maior accionista Mário Moreira Palhares. O antigo vice-governador do Banco Nacional de Angola (entre 1991 e 1997) conta com uma posição de 28,28%.

Como accionista de referência constam ainda o falecido general João de Matos, antigo chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas Angolanas, com 11,63%, e Ivan Leite de Morais, filho de José Pedro de Morais Júnior, ex-ministro das Finanças e actual PCA do Banco Keve.

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite o seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.