Fonte: Club-K

Todos os dias vemos nas redes sociais, um exército de compatriotas, entre jornalistas e antigos bajuladores de JES, a agir dissimuladamente nos grupos de WhatsApp e perfis de Facebook, para espalhar a desinformação e tentar lavar a imagem completamente desgastada com que o ex-presidente José Eduardo dos Santos e a sua família terminaram o “reinado”.

Exemplo: campanha sobre formação de zungueirasAgora já se importam?

O referido exército de mercenários, se dedica à criação de grupos de WhatsApp, produção e disseminação diária de textos, além de artigos de opinião cujos temas vão de acordo com vozes de ordem ditadas pelos seus mandantes, baseados na Europa.

Exemplo: campanha para espalhar em todos os grupos de WhatsApp o contacto da Tchizé a pedir que fosse adicionada.

Na gíria da Internet, ser pago para escrever e disseminar informações falsas nas redes sociais, é uma actividade denominada trol ou troll. O termo designa uma pessoa cujo comportamento tende sistematicamente a desestabilizar uma discussão, provocar e desmoralizar outros.

O truque consiste em postar uma mensagem incendiária, polémica, à espera duma grande reacção em cadeia. Com isso, o autor do troll induz os membros do grupo ou os seus seguidores, a perder o bom senso na discussão e apelar para baixarias, xingamentos, desacato as autoridades ou mesmo incitar a manifestação. Quando a (des)informação do troll é desmentida ou o seu argumento desconstruído com sucesso, ele recorre a um truque também muito usado em Angola, designado Repetência de falácias que consiste em ele próprio publicar o desmentido na sua página e contar com a força dos seguidores ingénuos para desdramatizar a situação.

Exemplo: jornalista Carlos Alberto a tentar tirar mérito da visita de JLO a Abel Chivukuvuku.

Esta técnica de desinformação chegou a Angola pouco depois de entrar em funções o Governo de JLO e este começar a combater os grupos de interesse que estavam a desmantelar a riqueza do País para proveito próprio. O objectivo é desmoralizar as autoridades e descredibilizar ao máximo o trabalho que está a ser feito pelo actual governo.

Exemplo: As autoridades anunciaram a recuperação de algum dinheiro roubado. Milucha Abrantes diz num post que é mentira, o Estado não recuperou nada.

A guerra está lançada. Espero que o MPLA, e os serviços de inteligência de Angola estejam preparados para enfrentá-la. Ignorar esta guerra como tem sido feito até agora não é a melhor opção. Há que criar estruturas capazes para responder ao desafio.

Quanto a nós, os bons filhos da Pátria, precisamos defender e proteger com unhas e dentes a governação de JLO. A causa do Presidente deve ser a nossa causa. É claro que quando alguma medida for errada vamos criticar. Graças a Deus, o PR sabe ouvir a voz da população.

Exemplo: caso Telstar.

A esperança foi resgatada. Os cidadãos interessados no Progresso do País devem estar atentos e voltar a ser às notícias ou informações baseadas em factos, preservar a confiança nas informações das autoridades governamentais e não vender o futuro por míseros euros ou dólares. Desse modo, os trolls não poderão destruir a verdade em Angola.

Leia também: Que futuro tem o império empresarial de Isabel dos Santos?

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