“Embora seja uma técnica treinada e usada em alguns cenários, acredito que os nossos agentes revelaram um julgamento pobre e podiam ter esperado pela unidade de transporte no local da detenção”, pode ler-se no comunicado da polícia de Galveston

Há uma imagem a circular nos Estados Unidos, com salpicos de tempos idos, que está a agitar o país. Donald Neely, um homem negro, foi detido na Segunda-feira pelos agentes P. Brosch e A. Smith, do Departamento de Polícia de Galveston, no Texas, montados em cavalos. Uma corda unia as algemas de Neely e a mão de um dos polícias, que levavam assim o detido para o posto mais próximo. E a polémica estalou, com menções aos tempos da escravatura. A polícia local pediu desculpa, conta o “Huffington Post”.

No comunicado da polícia, publicado no Twitter, é recusada a ideia de que uma corda está presa às algemas do detido: é uma “linha”. “Antes de mais, tenho de pedir desculpa ao senhor Neely por este embaraço desnecessário”, pode ler-se no último parágrafo do texto da polícia de Galveston. “Embora seja uma técnica treinada e usada em alguns cenários, acredito que os nossos agentes revelaram um julgamento pobre e podiam ter esperado pela unidade de transporte no local da detenção. Os meus agentes não tiveram qualquer má intenção no momento da detenção, mas mudámos imediatamente a política para prevenir o uso desta técnica e vamos rever os treinos e procedimentos para métodos mais apropriados.”

As reacções nas redes sociais foram numerosas, denunciando um acto racista por parte daquela força policial.

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