Avaliação recente de Convenção associada da ONU mostra que mortalidade destes animais continua elevada; num século número de elefantes africanos caiu de 12 milhões para 400 mil; depois de pico em 2011, mortes de elefantes caiu até 2017.

Uma avaliação actualizada da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Silvestres, Cites, confirmou que a caça furtiva continua a ameaçar a sobrevivência a longo prazo do elefante africano.

Através do seu Programa de Monitorização de Mortes Ilegais de Elefantes, Mike, a Cites avalia os níveis relativos de mortes ilegais com base na Proporção de Elefantes Mortos Ilegalmente, Pike.

O cálculo é feito através do número de elefantes mortos ilegalmente, dividido pelo número total de carcaças de elefantes encontradas por patrulhas ou outros meios, por ano. Níveis de Pike acima de 0,5 significam que houve mais mortes ilegais de elefantes do que outro tipo de mortes.

Os dados mostram que a Proporção de Elefantes Mortos Ilegalmente, Pike, atingiu o pico em 2011 em 0,77, quando 10% dos elefantes africanos foram caçados.

Em seguida, este número diminuiu de forma constante ao longo de 2017 para 0,53 e permaneceu relativamente inalterado em 2018.

De acordo com as estimativas mais recentes da Cites, as populações de elefantes africanos caíram de cerca de 12 milhões há um século para cerca de 400 mil em 2016.

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